Cineminha...



Sexta – feira, findi chegando e hoje vou dar duas dicas de cinema.
Quem me conhece sabe que a sétima arte é uma das minhas paixões, algo quase sagrado.
Sentar em uma sala de cinema para mim é como sair do corpo, viajar mesmo, por isso, determinados filmes até prefiro assistir sozinha.
Bom, meu gosto assim como eu é bastante eclético, vejo um pouco de tudo, o único estilo que realmente não me leva à uma sala de exibição é o terror, me nego, mas de resto se eu me interessar eu vou, até porque, mesmo lendo as críticas prefiro ter uma opinião.
Enfim, voltando as dicas, hoje estréia nos cinemas o tão aguardado "Sex and the City – O filme", mania mundial, virou longa metragem depois do estrondoso sucesso do seriado de mesmo nome exibido pela tv a cabo.
Bom como acho que todo mundo já sabe da história nem vou me estender muito, as peripécias amorosas de quatro amigas solteiras, na faixa dos 30 anos que vivem em Nova York são o tema central, seus amores, seus dilemas emocionais, tudo isso aliado a figurinos dignos de um editorial da Revista Vogue, esse aliás, o grande chamariz tanto do seriado, como do longa.

No elenco as mesmas atrizes da televisão, e Sarah Jessica Parker linda e charmosa no papel da escritora Carrie, que virou ícone de estilo e elegância, e que, além de protagonista também é produtora do filme.
Na verdade tem charme, claro!

Eu adorava ver Carrie em seus lindos modelitos, todos assinados por grandes estilistas, e suas amigas sentadas em um charmoso café da 5º Avenida, discutindo trabalho, relacionamentos, amor e sexo é lógico!
Filme para diversão.
Eu vou assistir hoje, então depois conto para vocês se ela casa ou não com Mr. Big...
seu eterno namorado. (Brincadeira, esse é o grande mistério do filme!)

E a segunda dica, totalmente diferente da primeira, mas na minha opinião, mais importante, principalmente para os que assim como eu, são fâs de música dos anos 80, é "Control", filme que retrata a vida do vocalista da Banda inglesa Joy Division, Ian Curtis.
Também uma estréia, mas claro não com o mesmo glamour da anterior, eu já assisti, até porque no exterior já foi lançado em DVD, mas no Brasil pra váriar, sempre chega mais tarde.
Aqui em Porto Alegre está em apenas uma sala, o que é uma pena.
Um filme denso e forte, Ian teve uma vida curta e conturbada, tinha epilepsia, e não sabia lidar com isso, sua morte foi trágica e prematura com apenas 23 anos, quando cometeu suicídio, um dia antes do início da primeira turnê da banda pelos EUA.
O filme foi baseado no livro "Touching From a Distance", escrito pela viúva de Ian, Deborah Curtis, é um filme simples, todo em PB, e sem grandes produções mas muito legal e interessante, principalmente para os fâs da banda.
San Riley faz o papel de Ian Curtis e Samantha Morton, como sua esposa Deborah, a direção é do cineasta holandês Anton Corbijn, fotógrafo e conhecido do grupo.
Vale a ida ao cinema.


Bom findi e filme pra todos.

 
 
 
 

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