Chuva na janela, e um vento frio soprando la fora.

No fundo, uma música doce, e uma pontinha de saudade.

O cheiro na roupa, as risadas que ecoam na memória, o toque, o carinho imediato sem a pretensão de ser eterno, mas simplesmente natural.

A cumplicidade, as conversas, a intimidade ...

Não queria promessas, não queria provas, nem tão pouco mentiras.


A razão e o sentimento juntos.

Não sabia como doía... até sentir.

 
 
 
 

Postar um comentário 9 comentários:

O empírico disse...

Só dói quando é.

31 de maio de 2009 11:21

Tata disse...

Oi Renata,

Muito bonito teu post!!

bjinhos

1 de junho de 2009 16:48

Érica disse...

Doi sim. E como.
Mas a saudade só existe quando o que foi valeu.
Mas ainda assim, não é tãop boa de sentir.
Adorei o post, parabêns.
:)

2 de junho de 2009 10:18

Marcos Campos disse...

Hey!
Voltou com tudo hein!!
Belo texto!!
E concordo com o Empirico (acima): "Só dói quando é"
Beijos

2 de junho de 2009 14:10

Lis disse...

Dói! Se dói!

Sábado a chuva foi terrivel mesmo. Me deixou com consequências. :(

Beijoss

2 de junho de 2009 15:13

tossan disse...

Olá moça dos textos bonitos, eu já estava com saudade de te ler. Um curta com muito conteúdo. Beijo

2 de junho de 2009 16:20

meus instantes e momentos disse...

ótimo post. Bonito de ler.
Agradeço tuas visitas é muito bom ter vc por lá.
Maurizio

3 de junho de 2009 06:59

Fabio disse...

Se eu tivesse o dom que tu tem com as palavras, mesmo assim não teria conseguido colocar exatamente e com tamanha precisão o que é.
Empírico completou com um simples porém certíssimo "só dói quando é". Sei bem como é, e tu mais do que ninguém sabe que tô falando sério.
Parabéns
Beijos

3 de junho de 2009 14:14

Fabio disse...

Ah, tava me esquecendo de uma frase perfeita pra completar.
".....Que seja infinito enquanto dure...."
Grande Vinícius

3 de junho de 2009 14:18

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