A bruma está por toda a parte, deixando um ar de mistério quase sobrenatural.


Uma garoa fina cai serenamente, como um véu delicado e raro.


Um livro aberto, uma xícara de chá, um devaneio.



A boca cala o coração.

A alma cala a ilusão.

O corpo silencia uma intenção.


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Postar um comentário 3 comentários:

Dilberto L. Rosa disse...

Que saudade daqui, guria: adorei esta bruma quase dimensional, isolando-te numa casa de sapê a conjecturar sobre a vida... Mas que saudades são essas tuas, se lá nos Morcegos passaste corrida?! Volte, leia com calma e parcimônia, e comente sobre o que os Morcegos andam escrevendo!!! Abração e um excelente 2010, sumida!

7 de janeiro de 2010 17:30

tossan disse...

Que bonito querido Renata, um livro aberto nessas horas não será lido normalmente e sim mistura-se as histórias. Maravilha te visitar. My place...rsrsrs...Beijo

8 de janeiro de 2010 00:34

Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá minha amiga! Adorei! Pequeno na estrutura, porém gigante na profundidade. E os devaneios? Poucos ou muitos?

Beijos,

Furtado.

8 de janeiro de 2010 22:09

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